Sindirações

Tags: El Niño


O passado molda, o presente acelera, e o futuro julga!

A indústria de alimentação animal ocupa uma posição estratégica e, ao mesmo tempo, exposta, já que está posicionada entre os fornecedores de matérias-primas, energia, tecnologia e serviços e os produtores de aves, suínos, bovinos, leite, ovos, peixes, além de atender aos animais de companhia. Por conseguinte, acaba por absorver rapidamente choques climáticos, geopolíticos, cambiais, logísticos, regulatórios e tributários, embora disponha de exígua capacidade para controlá-los isoladamente.
A principal conclusão é que o setor continua amparado por fundamentos estruturais favoráveis (demanda mundial por alimentos, competitividade do agronegócio brasileiro e expansão possível das exportações), porém atravessa um ambiente de elevada incerteza.



Niño, mientras gigante en el daño!

A possibilidade de ocorrência de um El Niño de forte intensidade coloca em alerta a agropecuária e a indústria brasileira de alimentação animal, já que seus efeitos podem começar com alterações no regime de chuvas e temperaturas, mas tendem a percorrer toda a cadeia produtiva, alcançando a oferta e a qualidade das matérias-primas, o desempenho dos animais, a logística, os custos industriais e a competitividade. Caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, o fenômeno costuma estar associado a estiagens no Norte e Nordeste, chuvas excessivas no Sul e calor intenso no Centro-Oeste e Sudeste, muito embora, a intensidade, a duração e a distribuição regional dessas ocorrências determinarão o alcance dos impactos sobre lavouras, pastagens, disponibilidade de água e infraestrutura.



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FICHA DE AQUISIÇÃO

COMPÊNDIO BRASILEIRO DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL