O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações celebra a nomeação de Roberto Betancourt, atual presidente do Conselho de Administração do Sindirações, como vice-presidente da Federação Internacional da Indústria de Alimentação Animal (IFIF). A decisão foi tomada durante a assembleia geral da federação, realizada neste 1º de outubro, e marca mais um importante avanço da representatividade brasileira no cenário mundial da nutrição animal. Na mesma ocasião, a IFIF também renovou a nomeação de Bruno Caputi, coordenador de assuntos regulatórios do Sindirações, para a coordenação do Comitê Regulatório da entidade global, fortalecendo a voz do Brasil nos debates e decisões estratégicas internacionais.
O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações esteve presente, ao longo da última semana, em uma intensa agenda de compromissos internacionais em Roma, reforçando o papel estratégico do setor de alimentação animal brasileiro nos debates globais sobre sustentabilidade, regulação e inovação na produção pecuária. O Sindirações foi representado pelo seu Presidente, Roberto Betancourt e pelo seu Coordenador de Assuntos Regulatórios e Qualidade, Bruno Caputi. A programação começou com a participação na 2ª Conferência Global da FAO sobre Transformação Sustentável da Pecuária (2nd FAO Global Conference on Sustainable Livestock Transformation), promovida
Durante o mês de setembro o Sindirações costuma disponibilizar a estimativa do montante produzido de janeiro a junho do ano corrente. A produção brasileira de rações alcançou 43,4 milhões de toneladas e avançou 2,2% em relação ao respectivo semestre de 2024. A demanda da avicultura de corte consumiu 18,9 milhões de toneladas de rações e avançou timidamente, abatida pelo ritmo exportador afetado pelos embargos consequentes ao foco de influenza aviária. Apesar da pressão externa, a produção de carne de frango segue trajetória positiva e pode até superar 15 milhões de toneladas nesse ano corrente, conforme previsão da Associação Brasileira de Proteína Animal/ABPA.
O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações anuncia Roberto Ignacio Betancourt como o novo presidente da Diretoria Executiva da entidade para o próximo triênio – período de setembro de 2025 a agosto de 2028. Betancourt contará com o trabalho do médico veterinário Ariovaldo Zani, que continuará atuando como CEO da entidade, atividade que exerce desde 2007. Ricardo Ribeiral deixa a posição de presidente e assume uma cadeira no Conselho Administrativo. Os novos Conselhos de Administração e Fiscal e a nova Diretoria Executiva tomaram posse nesta segunda-feira, dia 01 de setembro.
O relatório “Perspectivas Agrícolas da OCDE e FAO 2025–2034” apresenta uma análise abrangente das tendências para os mercados agropecuários nos próximos dez anos, em níveis nacional, regional e global. Elaborado em conjunto com países membros e organizações internacionais, o documento serve de base para políticas públicas fundamentadas em dados e projeções sólidas. Essa mais recente edição destaca a expectativa de crescimento da demanda, principalmente por conta da renda per capita nos países de classe média e pelo crescimento populacional nas regiões de baixa renda. A ingestão calórica de alimentos de origem animal deve crescer 6%, da qual 25% nos países de renda média-baixa, apesar da persistência de desigualdades significativas
O PIB brasileiro em 2025 deve avançar 2,2% (Banco Central do Brasil/Focus – Relatório de Mercados de 13/06/25), movimento atribuído principalmente à agropecuária e ao consumo interno apoiado no mercado de trabalho aquecido, apesar do cenário continuar apontando para desaceleração no ritmo dos serviços e da indústria de transformação, prejudicados pela alta taxa de juros e as incertezas externas (guerra tarifária e conflitos geopolíticos). Conforme estudos do Cepea/Esalq-USP e CNA, o PIB do Agronegócio avançou 3,2% no ano passado e contribuiu com 23,5% de todos os bens produzidos no Brasil. A indústria de alimentação animal, coincidentemente, avançou na mesma proporção e consumiu
O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações esteve presente na sede do Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura – IICA, em San José, na Costa Rica, para o V Workshop Latinoamericano de Asuntos Regulatórios de Nutrición Animal organizado pela Feedlatina, durante os dias 24, 25 e 26 de junho. O Sindirações foi representado pelo seu Coordenador de Assuntos Regulatórios e Qualidade, Bruno Caputi, e pelo Conselheiro, Roberto Betancourt, que também ocupa o cargo de presidência da Feedlatina. O Evento vem sendo realizado uma vez ao ano, com alternância entre os países sedes.
A segurança dos insumos utilizados na nutrição animal representa um fator crítico para a integridade da cadeia produtiva. Desde a origem da matéria-prima até o produto final, cada etapa exige rigor técnico e compromisso com a saúde animal e com a inocuidade dos alimentos de origem animal destinados ao consumo humano. “A atenção voltada à segurança dos insumos é fundamental para prevenir problemas relacionados à saúde dos animais e à qualidade dos produtos de origem animal”, afirma Bruno Caputi, coordenador de Assuntos Regulatórios do Sindirações.
É evidente que o debate sobre sustentabilidade na produção dos gêneros agropecuários vem se intensificando, motivado por pressões regulatórias e/ou exigências de mercado e, sobretudo, pela necessidade de mitigar as mudanças climáticas globais. A soja e outros insumos (café, cacau, madeira, borracha, carne bovina, etc.) foram posicionados no epicentro dessas narrativas, por conta do enviesado juízo dos protecionistas e dos ambientalistas mais radicais, à exemplo da Lei de Desmatamento da União Europeia/EUDR, que enquadrou o Brasil como país fornecedor de “risco médio”, considerando diversos fatores, dentre os quais, a conversão de florestas e pastagens em terras cultiváveis, o nível de expansão de terras agrícolas, o uso de fertilizantes nitrogenados e de combustíveis fósseis.
A melhora nos custos dos insumos associada às sinalizações preliminares apontando para a reversão do ciclo pecuário impulsionaram uma reação importante em diversos segmentos que culminou na produção de aproximadamente 91 milhões de toneladas no ano passado. Ato contínuo, a estimativa é produzir cerca de 94 milhões de toneladas e avançar 3% durante o ano de 2025. Ainda em 2024, as rações destinadas aos frangos de corte representaram 36,9 milhões de toneladas, enquanto para as poedeiras somaram 7,18 milhões de toneladas. A produção de 14,9 milhões de toneladas de carne de frango foi sustentada, tanto pelo consumo interno, quanto pelas exportações que superaram 5 milhões de toneladas, posicionando o Brasil como maior exportador mundial.