Sindirações

Tags: cães e gatos


Entre ameaças e oportunidades: resiliência e protagonismo

A produção brasileira de rações e suplementos apresentou recuperação consistente no biênio 2024–2025, refletindo melhora nos custos dos principais insumos, maior previsibilidade econômica e retomada gradual do ciclo pecuário. Em 2024, o setor totalizou aproximadamente 91 milhões de toneladas, enquanto em 2025, o volume avançou para cerca de 94 milhões de toneladas, crescimento de mais de 3%. Para 2026, a estimativa aponta para 97 milhões de toneladas consolidando trajetória de expansão moderada. Na avicultura de corte, a produção de rações evoluiu de 36,9 milhões de toneladas em 2024 para 37,85 milhões em 2025 (+2,5%). Dados preliminares do IBGE indicam que o abate de frangos cresceu 2,9% em 2025, confirmando o alinhamento entre desempenho industrial e demanda por nutrição.



Sem alimentação (animal) não há proteína (animal)

De janeiro a setembro, a indústria de alimentação animal brasileira produziu 66,5 milhões de toneladas de rações, crescimento de 2,0% em relação ao mesmo período de 2024, enquanto a previsão é totalizar quase 90 milhões de toneladas (exceto suplementos minerais) durante o ano de 2025 e avançar 2,8% sobre o montante apurado no ano passado. A avicultura de corte demandou 28 milhões de toneladas de rações até setembro e manteve estabilidade apesar dos embargos sanitários vinculados à influenza aviária. As projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal/ABPA indicam produção superior a 15 milhões de toneladas de carne de frango durante o ano corrente,



Cadeia produtiva (em parte) aliviada

Desde o início do ano corrente, o barateamento dos principais insumos utilizados na alimentação animal determinou razoável alívio no custo de produção que, somado a outros fatores, favoreceu a cadeia produtiva de proteína animal. Por exemplo, o preço do milho em junho recuava 14%, enquanto o farelo de soja 21% menos em março, valores comparados àqueles praticados em dezembro do ano passado (Figura 1). A desvalorização do cereal e da oleaginosa iniciada em janeiro contribuiu para a diminuição de cerca de 6% no custo (Reais/tonelada) das rações hipotéticas para frangos de corte e suínos, muito embora, a depreciação tenha alcançado 15%, quando



Rações – Semestre/23 vs. Semestre/22

A produção acumulada de aproximadamente 40 milhões de toneladas de rações e concentrados no primeiro semestre desse ano, revelou-se quase 2% superior àquela do mesmo período do ano passado, muito embora, os montantes alcançados no primeiro e segundo trimestres de 2023 praticamente encontraram equivalência.
A perspectiva no horizonte anual reserva amplas variações, à exemplo do extraordinário avanço das rações para peixes e camarões que caracteriza movimento contrário ao retrocesso apontado na alimentação industrializada do plantel leiteiro, prejudicado pela retração no consumo doméstico



Rações: Retrospectiva e estabilidade

O Sindirações divulgou a prévia do setor de rações e concentrados em 2023, com a produção total atingindo 20,5 milhões de toneladas no primeiro trimestre do ano, montante praticamente equivalente àquele alcançado no último trimestre do ano passado. Em 2022, o setor havia avançado 1,3% e o cenário projetado para esse ano corrente é de pouco mais de 2%, ou seja, algo próximo a 84 milhões de toneladas.



Sindirações divulga a prévia do setor de alimentação animal em 2023

O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações divulga a prévia do setor de alimentação animal em 2023, com a produção total de rações atingindo 20,5 milhões de toneladas no primeiro trimestre do ano, montante inferior aos 20,7 milhões de toneladas alcançadas no último trimestre do ano passado, ou seja, recuo de 1,1%. Em 2022 o setor avançou 1,3% e o cenário projetado para o corrente ano, inclusive, é de pouco mais de 2%.



Indústria deve produzir 81,8 milhões de toneladas de rações

O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) divulgou o balanço do setor em 2022, estimando um crescimento de 1,3% e produção de quase 82 milhões de toneladas. Suínos, Gado de Corte e Cães e Gatos avançam. Poedeiras e Leite seguem com desempenho negativo.



Há 65 anos, Sindirações oferece informações científicas ao setor

Comitê de Pet do Sindicato estuda como reduzir carga tributária de rações O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações, São Paulo/SP) representa o principal fórum de discussões de todos os temas relacionados à alimentação animal. Entre seus associados, encontram-se fábricas de ração comercial, indústrias de premix, produtores de suplementos minerais, fabricantes nacionais e […]



Um brinde ao crescimento

“Mercado comemora, em jantar, o crescimento em 2017. Para 2018, a projeção não será diferente” O ano de 2017 encerrou e o mercado de alimentos para cães e gatos comemorou crescimento. Essa boa notícia foi dada a todos os associados do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações, São Paulo/SP), no dia 7 de […]



Boletim Informativo do Setor de Alimentação Animal – Junho 2015

INCERTEZAS EXIGEM CAUTELA A previsão da indústria de alimentação animal brasileira é demandar aproximadamente 42 milhões de toneladas de milho e 14,5 milhões de toneladas de farelo de soja em 2015, dentre outros insumos necessários à composição de aproximadamente 67 milhões de toneladas de rações. Esse incremento dependerá do desempenho da cadeia produtiva de proteína […]



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