Sindirações

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Importar importa, sim senhor!

A recente “Agenda Brasil Mais Competitivo”, lançada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços/MDIC, reforça a mensagem que a competitividade do setor produtivo brasileiro não depende apenas de eficiência dentro da porteira ou da fábrica, mas também da qualidade das regras, da previsibilidade administrativa, do acesso aos insumos estratégicos, da fluidez logística e da capacidade do Estado de regular com segurança, sem impor custos desnecessários. Essa agenda do MDIC reúne 24 projetos prioritários voltados ao fortalecimento da competitividade da economia brasileira com potencial de gerar economia superior a R$ 340 bilhões por ano, através de medidas de fortalecimento do ambiente de negócios, transformação digital, inovação e sobretudo, melhoria regulatória e inserção internacional.



Equilíbrio “químico”

Qualquer sistema em equilíbrio representa um estado dinâmico no qual dois ou mais processos estão ocorrendo simultaneamente e na mesma velocidade, segundo os postulados científico-químicos. Abordando a química, per se, sua cadeia industrial contribui significativamente ao fornecer inúmeros insumos essenciais para manufatura de produtos de limpeza, medicamentos e até dos alimentos, afora as constantes inovações em materiais e tecnologias, voltadas aos plásticos, tintas e compostos avançados e cada vez mais sustentáveis. A indústria química pesada (petroquímica, fertilizantes, cimento, por exemplo), opera instalações complexas e envolve reações em grande escala para produção em massa, enquanto aquela denominada química “fina” (farmacêutica, cosmética e alimentação)



País com o maior potencial em carnes, Brasil depende da importação de insumos

Clique na imagem abaixo e veja a matéria da Revista química e derivados página 10 à 22, mês de Setembro 2012 – Ano XLVII – n.º 525.



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