Durante o mês de setembro o Sindirações costuma disponibilizar a estimativa do montante produzido de janeiro a junho do ano corrente. A produção brasileira de rações alcançou 43,4 milhões de toneladas e avançou 2,2% em relação ao respectivo semestre de 2024. A demanda da avicultura de corte consumiu 18,9 milhões de toneladas de rações e avançou timidamente, abatida pelo ritmo exportador afetado pelos embargos consequentes ao foco de influenza aviária. Apesar da pressão externa, a produção de carne de frango segue trajetória positiva e pode até superar 15 milhões de toneladas nesse ano corrente, conforme previsão da Associação Brasileira de Proteína Animal/ABPA.
A melhora nos custos dos insumos associada às sinalizações preliminares apontando para a reversão do ciclo pecuário impulsionaram uma reação importante em diversos segmentos que culminou na produção de aproximadamente 91 milhões de toneladas no ano passado. Ato contínuo, a estimativa é produzir cerca de 94 milhões de toneladas e avançar 3% durante o ano de 2025. Ainda em 2024, as rações destinadas aos frangos de corte representaram 36,9 milhões de toneladas, enquanto para as poedeiras somaram 7,18 milhões de toneladas. A produção de 14,9 milhões de toneladas de carne de frango foi sustentada, tanto pelo consumo interno, quanto pelas exportações que superaram 5 milhões de toneladas, posicionando o Brasil como maior exportador mundial.
Desde o início do ano corrente, o barateamento dos principais insumos utilizados na alimentação animal determinou razoável alívio no custo de produção que, somado a outros fatores, favoreceu a cadeia produtiva de proteína animal. Por exemplo, o preço do milho em junho recuava 14%, enquanto o farelo de soja 21% menos em março, valores comparados àqueles praticados em dezembro do ano passado (Figura 1). A desvalorização do cereal e da oleaginosa iniciada em janeiro contribuiu para a diminuição de cerca de 6% no custo (Reais/tonelada) das rações hipotéticas para frangos de corte e suínos, muito embora, a depreciação tenha alcançado 15%, quando
No dia 21 de junho, a Peixe BR esteve em Brasília com o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, para apresentar os resultados de dois estudos encomendados pela entidade que mostram o impacto positivo do fim da tributação da ração de peixes de cultivo.
Os estudos foram realizados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
No contexto global, o desenvolvimento político, econômico, social, ambiental e tecnológico atua como estímulo à sociedade contemporânea no sentido de inovar diante da complexidade e incerteza presentes e resultantes de um mundo altamente interconectado, que passa por profundas transformações, cada vez mais rápidas. Esses fatores, logicamente, impactam no agronegócio e na produção de alimento. Identificar tais demandas, analisar e compreender são atitudes fundamentais para o setor seguir no curso da evolução.
Uma análise sobre o último ano e as perspectivas para 2021, segundo Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações – Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal e Presidente do CBNA – Colégio Brasileiro de Nutrição AnimalEm entrevista exclusiva para a primeira edição da Revista Ingredientes & Nutrientes – Nutrição Animal, Ariovaldo Zani fala sobre o desempenho […]
“Em um novo patamar de produção, aquicultura brasileira conta com um grande potencial de crescimento nos próximos anos. Na busca por mais competitividade nos mercados interno e externo, setor enxerga possibilidade de tornar os produtos mais acessíveis ao consumidor final” (…) Seguindo essa tendência, o vice-presidente executivo do Sindirações, Ariovaldo Zani, acredita que por ser uma […]
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