A relação histórica do Brasil com a Europa sempre foi marcada por assimetrias estruturais que remontam ao período colonial e seguem influenciando a inserção do país no comércio internacional. A especialização produtiva em bens primários consolidou, ao longo do tempo, uma posição periférica nas cadeias globais de valor, com reflexos persistentes sobre o desenvolvimento industrial e tecnológico. No ano passado, a corrente de comércio entre o Brasil e a União Europeia superou 100 bilhões de dólares, muito embora o déficit brasileiro contabilizou cerca de 500 milhões de dólares (segundo SECEX, UM/Comtrade e Banco Mundial).
A produção brasileira de rações e suplementos minerais encerrou o último ano com crescimento de 1%. Foram quase 83 milhões de toneladas de produção total, e a expectativa é ainda melhor para 2024. Ariovaldo Zani, diretor executivo do Sindirações, comenta sobre os números e o cenário.
O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) divulga o balanço do setor de alimentação animal em 2022, com estimativa final de crescimento de 1,3%. Os resultados apurados até este momento apontam para produção de aproximadamente 82 milhões de toneladas de rações. Os segmentos com perspectiva de melhor desempenho do setor são Suínos, com crescimento de 4%; Gado de Corte, aumento de 3%; e Cães e Gatos, com avanço de mais de 6,0%. Poedeiras e Leite seguem com desempenho negativo quando comparadas ao exercício anterior, e poderão retroceder até 4% e 3%, respectivamente.
Nos últimos dois anos, diante da pandemia da Covid-19, o cenário de incertezas não só atingiu a saúde da população, mas também a economia global nos mais diversos setores. Hoje em dia, mesmo com a vacinação e diminuição do número de casos da doença, muitos segmentos continuam enfrentando dificuldades na retomada das atividades e remissão […]
Previsão de produzir 88 milhões de toneladas depende de custos logísticos e do “comportamento” do mercadoA produção de ração animal deve crescer 3,5% neste ano, de acordo com uma projeção feita pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindiraçōes). A estimativa é que o setor produza 88 milhões de toneladas, mas para alcançar esse […]
De acordo com o CEO do Sindirações, projeção de aumento para o setor deve ser puxada pela produção de suínos e bovinos de corte, com suporte das exportaçõesPor Letícia GuimarãesApós registrar um crescimento de 5% no ano de 2020, a perspectiva de avanço para o setor de alimentação animal deve ser mais comedida neste ano, […]
Covid-19 e preço dos insumos podem frear ritmo verificado no ano passadoMesmo desprovidos de instrumentos capazes de antever com precisão absoluta o comportamento das variáveis futuras que influenciarão o desempenho das matérias-primas agrícolas, a firme demanda atual por alimentos (principalmente da China) e as hipotéticas adversidades climáticas (no Brasil, Argentina e Estados Unidos) podem ser […]
Quando a crise vira oportunidade Os desequilíbrios resultantes da onda de expansão dos gastos públicos continuam retroalimentando a espiral inflacionária e minando cada vez mais a confiança dos brasileiros, desde os consumidores que gastam menos, até os empresários que cortam investimentos. O retardo na recondução da política econômica provocou estragos de grande monta e culminou […]
INCERTEZAS EXIGEM CAUTELA A previsão da indústria de alimentação animal brasileira é demandar aproximadamente 42 milhões de toneladas de milho e 14,5 milhões de toneladas de farelo de soja em 2015, dentre outros insumos necessários à composição de aproximadamente 67 milhões de toneladas de rações. Esse incremento dependerá do desempenho da cadeia produtiva de proteína […]
Alimentação animal deve encerrar ano na estabilidade “Aumento de produção em alguns segmentos não compensou retrocesso de outros” São Paulo, dezembro de 2013 – Após retração de 3% em 2012, o setor de alimentação animal registra estabilidade de janeiro a setembro de 2013, com relação ao mesmo período do ano anterior, contabilizando a produção de […]