Os relatórios internacionais publicados em abril passado revelaram cenário favorável para 2025/26, já que a oferta global de grãos tende a se recompor e afastar o aperto observado em ciclos anteriores. Respectivamente, o GMR 575 do International Grains Council/IGC e o WASDE 670 do United States Department of Agriculture/USDA, projetaram produção de 2,5 e 3 bilhões de toneladas e estoques finais de aproximadamente 640 e 800 milhões de toneladas. Não obstante à diferença apurada e decorrente da abordagem aplicada (USDA inclui arroz beneficiado), o abastecimento global aponta melhora, muito embora a eliminação total de incertezas revela-se impossível, já que risco zero é utópico.
A revisão para baixo de dados envolvendo milhões de toneladas de consumo de milho no Brasil, realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na véspera, foi uma medida acertada, avaliou nesta quinta-feira o CEO do Sindirações, que representa o setor que mais consome o cereal no país.
“Tomara que todo empenho coletivo dedicado resulte na disponibilidade assegurada desses insumos tão estratégicos para a pecuária nacional e comprove “nenhum esforço em vão”. “A Conab estima o montante de milho (estoque de passagem de mais de 8 milhões de toneladas do período anterior + produção de 109 milhões de toneladas pelas três safras desse […]