O ano de 2025 impôs um dos ambientes mais desafiadores da última década para a indústria de nutrição animal no Brasil. Custos elevados de insumos, forte volatilidade cambial, oscilações nos mercados internacionais de milho, soja e aditivos, além de impactos geopolíticos sobre logística e comércio de commodities, testaram a capacidade de gestão das empresas do setor. Ainda assim, o período acabou evidenciando a maturidade e a resiliência da cadeia produtiva. Segundo Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações, a indústria respondeu com rapidez e capacidade de adaptação. Houve revisão de formulações, busca por alternativas de insumos, ajustes nas estratégias de compra, ampliação da gestão técnica e adequação a novos regulamentos.
No último dia 11 de dezembro, o CEO do Sindirações foi entrevistado pelo canal AgroMais. Estimativa do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) aponta que a produção de rações no Brasil vai crescer 1,5% em 2023, em comparação a 2022. Ouvimos o CEO do Sindirações, Ariovaldo Zani.
É justo reconhecer que os europeus tem ocupado o pódio de proposição de iniciativas para mitigação dos indesejáveis efeitos resultantes das modificações climáticas. O ambicioso “European Green Deal”, por exemplo, estabeleceu a meta de redução de 55% nas emissões dos gases de efeito estufa até 2030 (comparadas àquelas emanadas ainda em 1990) e, sobretudo, a reversão completa até 2050, vislumbrando assim o reconhecimento de futuro emissor neutro.
Durante os últimos meses, o custo das principais commodities da alimentação animal (milho e soja/farelo) vem sendo pressionado por conta das generosas safras já realizadas e outras esperadas e a hipotética recomposição dos estoques por aqui e acolá, cenário bastante distinto daquele que perdurou anteriormente com preços internacionais elevados devido à recuperação da demanda após o surto da pandemia de COVID-19 e as consequentes interrupções de abastecimento e comércio internacional agravadas pelo conflito na Ucrânia.
Após passar maus bocados com falta de matéria-prima, setores de nutrição e saúde para pecuária e pets enfrentam efeitos da guerra.Em dois anos de pandemia, os setores de alimentação e saúde animal parecem disputar uma prova de resistência, com etapas cada vez mais difíceis: escassez de matéria-prima, apagão logístico, desvalorização cambial, alta dos combustíveis e […]
“É apropriado alertar a agricultura que o exagero com a euforia pode levar a ignorar cuidados básicos com a própria segurança, enquanto o descuido da pecuária com a depressão poder provocar ideações suicidas.”Definindo clinicamente com bastante simplicidade, a bipolaridade é marcada pela alternância entre episódios de depressão e de euforia, cujas crises podem variar em […]
“Independentemente da motivação, o incremento dos preços do minério de ferro, carnes, milho, soja, etc. favorece os países predominantemente exportadores dessas commodities, a exemplo do Brasil”Mesmo desprovidos de instrumentos capazes de antever com precisão absoluta o comportamento das variáveis futuras que influenciarão o desempenho das matérias-primas agrícolas, a firme demanda atual por alimentos (principalmente da […]
O agronegócio brasileiro seguirá crescendo acima da média mundial na próxima década, o que eleva a participação do País como o principal exportador global das carnes (bovina, frango e suína), milho e açúcar. Essa é uma das conclusões do Outlook Fiesp 2028 – Projeções para o Agronegócio Brasileiro, que reúne as projeções do setor para […]
Segmento revisou expectativa de aumento da produção de 3% para 1,2%. Ajuste contabiliza impacto de restrições à importação de frango brasileiro. A indústria de ração animal do Brasil prevê para este ano um crescimento menor do que o projetado inicialmente, já contabilizando o impacto de restrições às exportações de carne de frango do país, como […]
O flagrante alívio vigente no custo das principais commodities da alimentação animal (milho e soja/farelo), tem como razão as generosas super safras produzidas e a recomposição dos estoques por aqui e acolá, muito embora, a influência da diminuição global no ritmo demandador dos produtos agrícolas observada no médio prazo, não pode nem deve ser desprezada. […]