De janeiro a setembro, a indústria de alimentação animal brasileira produziu 66,5 milhões de toneladas de rações, crescimento de 2,0% em relação ao mesmo período de 2024, enquanto a previsão é totalizar quase 90 milhões de toneladas (exceto suplementos minerais) durante o ano de 2025 e avançar 2,8% sobre o montante apurado no ano passado. A avicultura de corte demandou 28 milhões de toneladas de rações até setembro e manteve estabilidade apesar dos embargos sanitários vinculados à influenza aviária. As projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal/ABPA indicam produção superior a 15 milhões de toneladas de carne de frango durante o ano corrente,
A produção brasileira de rações e suplementos minerais encerrou o último ano com crescimento de 1%. Foram quase 83 milhões de toneladas de produção total, e a expectativa é ainda melhor para 2024. Ariovaldo Zani, diretor executivo do Sindirações, comenta sobre os números e o cenário.
Ariovaldo Zani foi recentemente entrevistado pela revista digital europeia All About Feed, onde compartilhou informações valiosas sobre a indústria no Brasil.
Ele destacou que o setor de ração animal no Brasil viu um aumento de mais de 60% na produção desde 2010 e tem potencial para crescer outros 25% na próxima década. Embora o ritmo de crescimento tenha diminuído, ele ainda é significativo e está alinhado com a demanda nacional e global por proteína animal brasileira.
A revisão para baixo de dados envolvendo milhões de toneladas de consumo de milho no Brasil, realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na véspera, foi uma medida acertada, avaliou nesta quinta-feira o CEO do Sindirações, que representa o setor que mais consome o cereal no país.
No contexto global, o desenvolvimento político, econômico, social, ambiental e tecnológico atua como estímulo à sociedade contemporânea no sentido de inovar diante da complexidade e incerteza presentes e resultantes de um mundo altamente interconectado, que passa por profundas transformações, cada vez mais rápidas. Esses fatores, logicamente, impactam no agronegócio e na produção de alimento. Identificar tais demandas, analisar e compreender são atitudes fundamentais para o setor seguir no curso da evolução.
Ainda em 2011, o setor de alimentação animal para bovinos de corte produziu 2,7 milhões de toneladas de rações e 2,35 milhões de toneladas de suplementos minerais, período que confinou 2,8 milhões de cabeças e foi caracterizado pela modesta oferta de bois compensada pelo abate de mais fêmeas. Apesar dos relativos bons preços pagos ao […]
Em 2010, a avicultura de corte já ranqueava como setor de maior demanda, impulsionando a produção de mais de 30 milhões de toneladas de rações. Contudo, naquele ano, a sobrevalorização da moeda local prejudicou a quantidade de frango exportada. A rentabilidade do produtor, por sua vez, foi em parte comprometida pelo custo da alimentação dos […]
O evento vai acontecer no formato presencial e também no ambiente virtualAriovaldo Zani, Presidente do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA) é também coordenador do comitê aquacultura da entidade que realiza dia 10 de maio o IV Workshop sobre Nutrição em Aquacultura. O evento vai acontecer no formato presencial e também no ambiente virtual, para […]
“Por conta das circunstâncias impostas pelo novo cotidiano, é razoável estimar continuidade no ritmo da demanda durante o segundo semestre.”Recentemente o Sindirações divulgou que a produção de rações durante o primeiro semestre alcançou 39 milhões de toneladas e avançou 5,2% quando comparada ao mesmo período do ano passado. Diante do custo da alimentação animal (milho, […]
“Sindicato reafirma perspectiva de crescimento no setor de alimentação animal, exceto se o consumo interno de proteína animal diminuir, o que pode reduzir a demanda por rações”Com as exportações de carne suína e bovina batendo recordes, e o consumo de frango mais aquecido no mercado interno, a demanda atual por rações segue dentro do ritmo […]