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Geopolítica chega ao cocho?

Os relatórios internacionais publicados em abril passado revelaram cenário favorável para 2025/26, já que a oferta global de grãos tende a se recompor e afastar o aperto observado em ciclos anteriores. Respectivamente, o GMR 575 do International Grains Council/IGC e o WASDE 670 do United States Department of Agriculture/USDA, projetaram produção de 2,5 e 3 bilhões de toneladas e estoques finais de aproximadamente 640 e 800 milhões de toneladas. Não obstante à diferença apurada e decorrente da abordagem aplicada (USDA inclui arroz beneficiado), o abastecimento global aponta melhora, muito embora a eliminação total de incertezas revela-se impossível, já que risco zero é utópico.



Da (bio) fábrica ao campo

O Brasil desponta como um dos principais protagonistas mundiais no setor de bioinsumos, impulsionado por sua agricultura robusta, rica biodiversidade e um marco regulatório em modernização. O uso deles proporciona economias bilionárias, reduz a dependência de fertilizantes químicos e pesticidas e contribui para a agricultura regenerativa ao melhorar a qualidade do solo, reduzir emissões de carbono e apoiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável/ODS voltados ao combate da degradação ambiental, erradicação da fome e pobreza e promover a paz, dentre outros. Nos três últimos anos, o mercado brasileiro cresceu em média 21% ao ano — quatro vezes mais que a média global — com predominância em soja (55%), milho (27%) e cana-de-açúcar (12%), cujo avanço ganhou novo impulso com a Lei nº 15.070/2024, que regulamenta a produção, registro, comercialização e fiscalização dos bioinsumos.



Brasil: Vitrine ou Vidraça?

O destino do nosso planeta exige que ciência, inovação, biologia e agricultura dialoguem em harmonia. O Brasil, potência agroambiental, encontra-se diante de um dilema crucial: ser vitrine de soluções sustentáveis ou tornar-se vidraça, exposto a críticas e pressões internacionais. Albert Einstein lembraria que “o mundo não será destruído por aqueles que fazem o mal, mas por aqueles que observam sem nada fazer”, ou seja, cada ação humana está interligada a uma teia maior, e nossa responsabilidade ética é garantir às próximas gerações o usufruto dos recursos que hoje possuímos. Steve Jobs complementaria que “a inovação distingue um líder de um seguidor” e somente com criatividade e disrupção dos velhos padrões conseguiremos redesenhar sistemas produtivos e a inovação esteja a serviço não apenas da eficiência econômica, mas também da regeneração ambiental.



Sindirações participa de reuniões da IFIF em Atlanta

Assuntos regulatórios e sustentabilidade no setor de alimentação animal foram os principais temas discutidos.
O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações esteve presente em Atlanta/EUA, onde ocorreu a International Production & Processing Expo – IPPE, o maior evento anual do mundo da indústria de aves, carnes e alimentos para animais; para uma série de reuniões da International Feed Industry Federation – IFIF, que é a entidade associativa que representa a indústria global de alimentação animal.



Sindirações participa das reuniões globais na sede da FAO em Roma

O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações participou, ao longo de novembro, de uma série de eventos e reuniões na sede da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma, na Itália, representado por Roberto Betancourt, membro do conselho de administração, e por Bruno Caputi, Coordenador de Assuntos Regulatórios. Ao longo da jornada na FAO, Bruno Caputi foi aprovado por unanimidade para chefiar o pilar regulatório global da IFIF.



V Seminário da Soja teve coorganização do Sindirações pela 5ª edição consecutiva

O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações marcou presença no V Seminário – Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial da Soja, realizado nos dias 19 e 20 de setembro na sede da EMBRAPA SOJA, em Londrina (PR). Representado por Bruno Caputi, coordenador de assuntos regulatórios e qualidade, o Sindirações é coorganizador do evento desde a sua primeira edição, juntamente como outras entidades representativas da cadeia da soja como a ACEBRA, ABIOVE, ANEC, ASCB, OCB e a própria EMBRAPA.



O autocontrole e a análise de riscos

Importante ressaltar que “AUTO” controle não significa total liberdade por parte do setor regulado, sobretudo porque autocontrolar-se exige demonstração não só do cumprimento da legislação, mas também implementação de programas que efetivamente demonstrem o comando das operações, reduzam a probabilidade de ocorrência de perigos, a recorrência de não conformidades e a promoção da melhoria contínua.



Sindirações marca presença no XXI Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente

O executivo reforçou o papel protagonista que o Brasil detém na produção e exportação de gêneros agropecuários através da inovação e do robusto potencial energético renovável, necessário ao combate dos indesejáveis efeitos das alterações climáticas.



Cereais (não) alternativos

Por conta de ocupar o pódio da produção internacional e reconhecido protagonismo exportador, a cadeia produtiva de proteína animal brasileira responde pela geração de milhões de empregos diretos e indiretos, é responsável por consideração fatia do PIB e contribui decisivamente no superavit da balança comercial, além de constituir atividade imprescindível para abastecimento e garantia da segurança alimentar doméstica e global.



Autocontrole é aprovado pelo Senado Federal

A expansão constante do agronegócio brasileiro impôs ao Estado uma carga elevada de demanda na execução das práticas de controle e fiscalização agropecuária. Sendo assim, uma modernização na prestação de serviços de controle se tornou ainda mais necessária.



Associados

FICHA DE AQUISIÇÃO

COMPÊNDIO BRASILEIRO DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL